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)Música(

Hó Bá Lá Lá

Bom mesmo era Legião Urbana. Também tinha Cazuza e Raul Seixas, mas Renato Russo… Renato Russo foi O poeta da minha geração. Eu estive no show do Jockey Club! Bebi todas e acabei agarrado com uma garota que apareceu do meu lado. Mas não é para falar nem do Rock brasileiro, nem da minha juventude que estou aqui. Hoje estou aqui para falar da Bossa Nova. Isso mesmo. Aquele estilo de música que foi criado nos anos cinquenta e do qual os estrangeiros gostam mais do que os brasileiros. Aliás, eu...

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)Blog(

Espero que não seja muito tarde

Gostaria de fazer uma pergunta a todas as pessoas que estão neste exato momento nas unidades de tratamento intensivo do Brasil, nos poucos leitos existentes. Onde vocês estavam ontem? Por favor, não me levem a mal. Lamento imensamente aquilo que vocês estejam passando, mas estou à procura de uma informação. Na última vez que escrevi algo de teor político, antes da última eleição presidencial, o escritório do ódio me atacou. Não foi agradável. Então decidi não falar mais de política...

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)Música(

LSD 3 - Lindo Sonho Delirante: entrevista com Bento Araujo, da Poeira Zine

Bento Araujo, da Poeira Zine, vem, desde 2016, publicando a série Lindo Sonho Delirante, título que reúne 300 discos resenhados e mais 45, uma vez que cada volume conta com um libreto adicional com 15 discos, somando esse número admirável de discos capazes de encher de alegria o coração de qualquer colecionador. Leia, a seguir, entrevista feita com Bento Araujo a respeito do último livro da série, Lindo Sonho Delirante: LSD 3 - 100 discos corajosos do Brasil (1986-2000)...

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)Livros(

As alucinações do milênio

De volta para o futuro criou em toda uma geração o desejo de flanar pelas lianas do tempo, e se possível com um Delorean. Michael J. Fox, dentro daquele carro, fez escola e, hoje, as viagens no tempo, na ficção, vez ou outra ganham telas e páginas de livros que – diante da oferta incessante de obras que nossa época vive – ficam à espera de uma oportunidade, à qual a gente se agarra quando estamos dispostos a deixar de lado alguma obrigação, prontos para enveredar pelo descompromisso que uma...

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)Livros(

O discreto charme da burguesia

A literatura brasileira é rica na tradição de evocar suas elites políticas e/ou econômicas. Isto acontece, sobretudo, porque foram poucos os autores que não se originaram dessa casta privilegiada. Desde os primeiros anos heroicos de identificação da nacionalidade, José de Alencar já trafegava nessa via; como atestam muitos de seus personagens, eles são médicos, advogados, políticos, nobres, frequentadores das requintadas festas do segundo império. É notório que há os remediados, mas esses...

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)Livros(

Em novo romance, George dos Santos Pacheco retorna com sua peculiar literatura inventiva

A morte de um advogado corrupto está no epicentro deste novo romance de George dos Santos Pacheco. Embora o autor ainda não tenha soprado as 40 velinhas, ele já chega ao quarto romance, contando ainda com livros de contos, com poemas e com crônicas que vem lançando frequentemente. Agora, é outra narrativa policial que ele publica; a anterior, O pacto, respinga aqui, em O mundo é pequeno demais para nós dois, obra repleta de marcas que, longe de uma abordagem tradicional, carregam os sinais de...

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Este sítio, Tertúlia, nasceu de um fanzine. De 1993 a 1997 foram apenas seis números. Fanzine é uma revista que você mesmo faz, com tesoura, cola e uma ideia na cabeça. "Xerox e revolução", disse Marcel Plasse nos anos 90. Tertúlia agora está on-line. Seja bem-vind@. Música, cinema, literatura, entrevistas, futebol (Santos Futebol Clube), um pouco de meu trabalho (work in progress) e de tudo um pouco (gastronomia, cidades etc.). Coisas para relembrar: nunca tive talento para tocar guitarra (infelizmente) e sempre gostei de botes contra a corrente.
Renato Alessandro dos Santos
realess72@gmail.com

"Olá, este é o site do fanzine Tertúlia. Nos anos 1990, fazer fanzine era mais do que ter um blog ou um site. Era esperar pelo carteiro todo dia, quando e-mails ainda não faziam parte da vida; as cartas chegavam sem parar. Mesmo quando não havia carta alguma, o carteiro passava lá em casa. 'Não vai ficar triste, menino, mas hoje não tem carta', lamentava. 'Não há problema', eu dizia.'Amanhã chega mais'. E chegava. Cartas vinham de tudo quanto é parte do Brasil e fora daqui: Espanha, Cuba, EUA. O fanzine ia cada vez mais longe... LEIA MAIS...