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)Blog(

FELIZ NATAL!

É o que deseja a gente, aqui do Tertúlia. Ah, e feliz A.N.O. N.O.V.O. também!

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)Blog(

Amor fantasma

Quando uma pessoa passa por uma grande tragédia, um acidente, e os médicos concluem que sua salvação seria a amputação de um membro, isso torna - se o maior desastre na vida de um paciente. Os médicos provam que a amputação é a melhor saída. Que retirar aquele membro aumentaria todas as chances de vitalidade do paciente. Isso quando o membro já não se perde por causa quase natural durante o acidente. Quando um membro é amputado dá - se um longo espaço de tempo para que o paciente se recupere...

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)Livros(

O povo indomável

Quando lemos um jornal, é raro refletirmos sobre a relação de forças que tal tipo de publicação exerce sobre seus leitores, enfim, mesmo sobre toda a sociedade. Um órgão da grande imprensa, seja ela de que tipo for ou qualquer posição que assuma, jamais abandona a pretensão de, através da organização da linguagem, também organizar a linguagem social, de modo que as relações de poder não sejam abaladas. Pelo menos é o que observamos ao analisar a imprensa brasileira, majoritariamente engajada...

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)Livros(

Vespeiro silencioso: "Mayombe", de Pepetela

“É bom falar, é bom conversar com um amigo, a quem se abre o coração”, diz Sem Medo a Teoria. São dois guerrilheiros, comandante e comandado, conversando no interior da floresta tropical que é Mayombe, que é Angola. “Guardar para si não dá, só quando se é escritor. Aí um tipo põe tudo num papel, na boca dos outros. Mas quando se é escritor é preciso desabafar, falando”. Este é Sem Medo. Qualquer semelhança com o orixá Ogun, o “prometeu africano”, não será mera coincidência. Personagem...

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)Música(

Pra que mentir? Vadico, Noel e o samba

Tarde de sábado. O Poeta da Vila no aparelho de som. Chego à página 253 - a última do capítulo 11 de Pra que mentir? Vadico, Noel Rosa e o samba, de Gonçalo Junior - ciente de três coisas: (1ª) não fosse por Noel Rosa, não sei se a biografia de Vadico viria parar nas minhas mãos. Oswaldo Gogliano foi músico, arranjador, compositor, e, com o século XX na metade do caminho, tornou-se reconhecido por seu talento e, principalmente, pelas doze canções que fez com Noel; (2ª) a alegria por Rosa...

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#E#L#E#N#Ã#O#

Eu tinha 15 anos quando tentei surfar pela primeira vez. Foi em 86, no Leblon. Foi a primeira de quatro tentativas. Minha prancha tinha uma quilha quebrada (a do meio), eu não consegui nem mesmo me aproximar de onde as ondas quebravam, mas um acontecimento iria marcar minha vida. Na areia, um repórter e um “cameraman” do programa Viva a Noite estavam à procura de uma entrevista. Eu já havia saído do mar quando alguém se aproximou de mim e disse: “vamos entrevistar o surfista aqui”. Você tem...

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Este sítio, Tertúlia, nasceu de um fanzine. De 1993 a 1997 foram apenas seis números. Fanzine é uma revista que você mesmo faz, com tesoura, cola e uma ideia na cabeça. "Xerox e revolução", disse Marcel Plasse nos anos 90. Tertúlia agora está on-line. Seja bem-vind@. Música, cinema, literatura, entrevistas, futebol (Santos Futebol Clube), um pouco de meu trabalho (work in progress) e de tudo um pouco (gastronomia, cidades etc.). Coisas para relembrar: nunca tive talento para tocar guitarra (infelizmente) e sempre gostei de botes contra a corrente.
Renato Alessandro dos Santos
realess72@gmail.com

"Olá, este é o site do fanzine Tertúlia. Nos anos 1990, fazer fanzine era mais do que ter um blog ou um site. Era esperar pelo carteiro todo dia, quando e-mails ainda não faziam parte da vida; as cartas chegavam sem parar. Mesmo quando não havia carta alguma, o carteiro passava lá em casa. 'Não vai ficar triste, menino, mas hoje não tem carta', lamentava. 'Não há problema', eu dizia.'Amanhã chega mais'. E chegava. Cartas vinham de tudo quanto é parte do Brasil e fora daqui: Espanha, Cuba, EUA. O fanzine ia cada vez mais longe... LEIA MAIS...